terça-feira, 24 de novembro de 2009

Entre a Angustia e a Esperança


Hoje, como todas as manhãs, liguei meu computador, e a primeira coisa que eu fiz foi entrar no site da globo.com, costumo ler todas as notícias, geralmente as que mais me chamam a atenção, são as de esporte, porém, hoje uma matéria em particular me chamou a atenção.
Lembro como se fosse hoje, há 12 anos a maioria dos jornais davam a notícia de que uma menina de 10 anos havia sido sugada pelos cabelos por um sistema de sucção da piscina do prédio em que morava.
Na época esses mesmos jornais não deram a notícia de sua morte, nem de sua sobrevivência, mas hoje, lendo minhas notícias rotineiras, descobri que esse menina chama-se Flávia, e que ela foi salva por seu irmão quatro anos mais velho e que doze dias depois do trágico acidente, ela abriu os olhos, e sua família recebeu a notícia de que ela estava em coma irreversível.
Oito meses depois, sua mãe Odélia resolveu levá-la pra casa e cuidar dela lá. No começo, ela acreditava em milagres e por isso a levava em retiros espirituais. Todos os dias ela recebia promessas e certezas de que se ela seguisse tal religião a filha seria curada.
Flávia está as vésperas de completar 22 anos, uma vez ou outra ela tem alguns reflexos, e sua mãe a esperança de que um dia ela volte ao normal.
O que estou querendo ressaltar aqui, é o amor de uma mãe para uma filha. Há 3 anos, essa mãe criou o blog “Flávia, vivendo em coma” (
http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com/), em que ela fala como se fosse a menina, ou seja, deu voz a filha que já não fala há 12 anos, e ainda alerta ao perigo das bombas de sucção de piscinas e mais do que isso, fala da lerdeza da (in) justiça brasileira.
Na mesma época, Odélia entrou com um processo contra o condômino (que instalou a bomba de sucção indevida) e a industria fabricante da bomba. Os tribunais colocaram em dúvida até a inteligência da menina que tinha como média escolar nota 9,3 e tinha Inglês e Espanhol fluente e falaram também que a mãe era culpada por deixar sua filha sozinha na piscina (apenas ressaltando que a menina nadava muito bem, e que ela estava com o irmão 4 anos mais velho). O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal, e apenas esse ano a causa foi ganha pela mãe, o condomínio terá que pagar indenização, porém a industria fabricante foi absolvida.
Neste sábado também saiu na revista Época a rotina dessa mãe que sonha um dia ouvir novamente a voz de sua filha.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105927-15228,00-SAUDADES+DE+SUA+VOZ.html

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O minivestido rosa: um sucesso
Há alguns, a estudante Geyse Vila Nova foi humilhada na universidade de Santo André, UNIBAN. Ela foi para a faculdade com um minivestido cor de rosa, e os estudantes da universidade se sentiram no direito de xingá-la e humilhá-la, ela teve que colocar um jaleco branco e ser escoltada até a sua casa.
A verdade é que nunca saberemos o que realmente ocorreu dentro da faculdade. Algumas testemunhas falaram que ela ergueu o vestido e ficou provocando os estudantes, outras falaram que ela simplesmente não fez nada e que foi humilhada por usar o tal do minivestido cor de rosa.
Em primeiro lugar: se a menina não podia entrar na escola com aquela roupa, os seguranças ou os responsáveis deveriam informá-la educadamente de que ela não poderia freqüentar as aulas com aqueles trajes inadequados.
Segundo: estudei durante dois anos e meio em um universidade católica, em que, mesmo no inverno, algumas meninas iam para a faculdade de cinto, no lugar de saia e nunca ninguém se quer falou alguma coisa.
Terceiro: a vida é da menina e ela faz o que quer com ela. Ser biscatinha é o estilo dela e ninguém tem nada a ver com isso e ponto.
O que acontece agora, é que ela conseguiu toda a publicidade que queria: vai aparecer em diversos programas de televisão, vai leiloar o tal do minivestido e ainda vai posar na playboy (e ela nem é tão bonita assim, tem rosto de pobre, é gorda e cheia de celulite, mas o photoshop faz milagre!), sem contar que ela pode processar a faculdade e ganhar uma grana preta! E o que esses estudantes da UNIBAN que humilharam a tal da Geyse ganharam com isso? Pois é, nada!!
Como se esses estudantes não estivessem gostando de ver a popa da bunda da menina por baixo daquele minivestido...
Que fique bem claro, não sou a favor da roupa que a menina estava usando, o que estou querendo dizer, é que sou contra o comportamento dos estudantes, apenas isso!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tudo Novo DE NOVO


Nossa, como é difícil...


Quando a gente é criança, e começa a viver a vida como ir para a escola, fazer cursos de ballet ou natação, a gente sempre pensa que não vai se adaptar.

Mas logo você conhece a Thaís, a Déborah, os gêmeos japoneses que saem correndo toda vez que você chega na Emeb pra te abraçar, só porque estão com saudades de você.

No Ballet você conhece a Julia, a Natália, a Samanta a Michele. Sua primeira fantasia é de ratinho cor-de-rosa e você faz aulas de voley na escola durante a tarde, quando não tem as benditas aulas de ballet que sua mãe insiste que você faça, e enquanto espera o professor chegar, você fica brincando na casa de madeira no parquinho da escola (lembra daquelas casinhas de madeira com telhado, e escorregador e as balanças em baixo?)!

Você mora com a sua avó e na rua você tem as suas amigas Karem, Gisele, Priscila...

E de repente sua mãe chega com a notícia de que irão embora daquele bairro, irão morar em um condomínio, mas que você poderá visitar os amigos quando quiser...

E você começa a nova vida: nova escola, com amigos novos, nova casa e um condominio totalmente estranho em que a maioria das crianças são meninos e você é obrigada a aprender a gostar de futebol, porque raramente naquele lugar você encontrará uma menina para brincar de boneca com você. E mais uma vez você se acostuma com a Paola, a Vanessa, a Aline, a Thalita, a Daniela... Você acostuma a jogar três cortes na hora do intervalo, a não falar palavrão porque estuda em escola de freira, a ter 3 aulas com o mesmo professor porque a escola é pequena, e passam-se oito anos, você se forma no ensino fundamental e muda de casa.

Você vai para uma escola maior, em que os pais deixam de participar dos seus estudos, não existe mais reunião escolar, você tem 2.347 professores diferentes, algusn amigos continuam sendo os mesmos, mas aí você acrescenta a Tati, a Luciana, a Viviam a Maria Angélica... Você começa a frequentar as baladas começa a conhecer as bebidas, começam as paqueras, você da mais atenção aos treinos de natação do que as aulas de história, começa a precisar de nota nessa matéria, e aí então após ter enfrentado aquelas drogas de aula de ballet, ter fudido o pé por causa da sapatilha de ponta, sua mãe te encosta na parede e te manda escolher entre a faculdade e a natação.

Você abandona a natação e se dedica mais aos estudos, passa no vestibular e advinha só?

Sim, sua vida mudou...novamente...

Aí você conhece a Giovanna, a Ana Carolina, a Larissa, a Thalita, a Fernanda, a Crisla...você briga com o pessoal do seu grupo por causa de trabalho, faz inimizades, descobre quem será sua concorrência no mercado de trabalho.

Você começa a trabalhar e novamente você muda o circulo de amizades...Giovanna, Gabriela, Valéria, Mariana...

Mas aí você fica desemprega, a grana fica curta, e você tem que trocar a faculdade...e nem preciso falar que o círculo de amigos mudou novamente neh?

Sem contar quando você começa a namorar... que os amigos dele se tornam seus amigos e os seus amigos se tornam amigos dele.


As vezes eu paro pra pensar: Onde está a Deborah, a Thais e os gêmeos japoneses? Como está a vida da Paola da Thalita, da Aline, da Daniela? Porque que existe tanta mudança na nossa vida? Porque quando a gente começa a se adptar a algo novo, vem algo mais novo ainda?

Não é arrependimento, pelo contrário, nunca me arrependo do que faço...apenas do que não faço...mas é que as vezes me da saudade de todos esses "Amigos" que eu deixei para trás para começar uma vida nova. Só que penso também que se eu continuasse com os mesmos amigos, nos mesmos lugares, talvez hoje eu não teria conquistado todas as coisas que conquistei.


Talvez tenha sido bom COMEÇAR TUDO NOVO, DE NOVO.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Fregues bom é da fiel!

O Grande Clássico Brasileiro



Eu nunca postei nada sobre esportes, embora todo mundo que me conhece saiba que essa é uma das minhas paixões, principalmente o futebol, que é sem dúvida o esporte mais jogado e disputado no Brasil. Portanto não tenho como não comentar o clássico mais esperado do país: Palmeiras e Corintians. Tenho que confessar que o campeonato brasileiro já estava sem graça sem esse timéco rsrsrsrs...

Brincadeiras a parte, porque tenho uma grande admiração por determinados jogadores do Corintians, a verdade é uma só: o Palmeiras goleou o Corintians. Na verdade o time adversário contou com a ajudinha do juíz, se não seriam cinco a zero, e não três.

Bom, fomos convidados (meu namorado e eu) para um churrasco na casa de uma família, acreditem se quiser, é inteira Corintiana, no começo não quis ir, eu falava: "não amor, vai dar azar, temos que ir ao beco, lá somos invictos", haha pura superstição, acabamos indo, e só haviam três palmeirenses no local, e claro, um santista para cornetar, o restante, familiares e amigos do dono da casa, eram todos corintianos roxos..."Vai ser três a um para o Corintians"..."Não, vai ser três a zero para o Palmeiras, com dois gols do Obina"...... "Imagina, levar gol do Obina"...

A partida começou, e só se ouvia falar do grande fenômeno, que queria brilhar, e como sempre, brilhou: com o excesso de gordura, caiu em cima do próprio braço e foi obrigado a ser substituído logo no primeiro tempo, e o único gordo que brilhou na partida foi sem dúvida nenhuma o novo fenomeno Obina! Sim, companheiros corintianos da partida desse ultimo domingo, vocês não levaram apenas dois gols do Obina, mas sim cinco!!!


Curiosidades do maior clássico: Palmeiras X Corintians


1. O nome Derby foi criado pelo jornalista Thomas Mazzoni, de A Gazeta Esportiva, para definir o jogo entre Corinthians e Palmeiras, por ser um jogo difícil de apontar o vencedor, como eram as corridas de cavalo disputadas em Epsom, uma tradicional prova de cavalos na Inglaterra e chamaada de ”Derby”;

2. O Palmeiras é o time que mais enfrentou o Corinthians, assim como o Corinthians é o time que mais enfrentou o Palmeiras – 328 jogos;

3. O Palmeiras venceu 119 jogos, enquanto que o Corinthians levou a melhor 112 vezes. Houve 97 empates. O Palmeiras marcou 482 gols e Corinthians 441.

4. O primeiro gol foi marcado por Caetano, aos 18 minutos do segundo tempo na vitória por 3×0 do Palestra frente ao Corinthians em 06 de maio de 1917 (Caetano fez os 3 gols naquele jogo) – o Corinthians estava invicto havia 3 anos – 25 jogos;

5. A primeira vitória do Corinthians aconteceu apenas no sexto jogo entre as duas equipes, em 3 de maio de 1919, por 3×0;

6. A maior goleada aconteceu em 3 de novembro de 1933: Palestra Itália 8 x 0 Corinthians;

7. O último clássico disputado no Parque São Jorge aconteceu em 18 de agosto de 1940 e foi vencido pelo Corinthians por 2×0;

8. O primeiro clássico disputado no Pacaembu aconteceu em 5 de maio de 1940 e foi vencido pelo Palestra Itália por 2×1;

9. O clássico com maior número de gols aconteceu em 18 de janeiro de 1953 e foi vencido pelo Corinthians por 6×4;

10. Na final do campeonato paulista de 1954, em 6 de fevereiro de 1955, devido um boato relacionado a “macumba”, o Palmeiras entrou em campo com camisas azuis. O jogo acabou 1×1 e proporcionou o título ao Corinthians (o último antes da série de 23 anos do Jejum de Títulos). O Palmeiras aposentou as camisas azuis naquele dia mesmo;

11. A final do campeonato paulista de 1974 foi a grande chance do Corinthians de acabar com a falta de títulos, que já durava 20 anos. Alguns jornalistas garantem que Ademir da Guia teria cumprimentado Rivelino, pela conquista do título antes do jogo, uma vez que após o jogo seria impossível encontrá-lo devido a possível invasão em campo dos torcedores corintianos. O resultado final foi 1×0 para o Palmeiras, gol de Ronaldo;

12. O último clássico disputado no Parque Antarctica aconteceu em 21 de janeiro de 1976 e acabou empatado por 1×1

13. Menos de 6 meses depois de estrear com a camisa do Corinthians, Casagrande caiu definitivamente nas graças da torcida ao marcar 3 gols, em 4 minutos, na vitória de 5×1 frente o Palmeiras em 1 de agosto de 1982;

14. Em 24 de agosto de 1986, pela semifinal do Paulistão o juiz Ulisses Tavares da Silva Filho, deixou de marcar um pênalti claro para o Palmeiras, anulou um gol legal do Palmeiras e validou um gol ilícito do Corinthians, resultado: Corinthians 1×0 Palmeiras. No jogo de volta, no entanto, sem a influência do árbitro o Palmeiras goleou o Corinthians por 3×0 e se classificou para a final;

15. Após 16 anos na Fila, e depois de perder a primeira partida por 1×0, gol de Viola, o Palmeiras goleou o Corinthians por 4×0 e conquistou o título paulista de 1993, em 12 de junho de 1993;

16. Na única vez que o clássico decidiu um título nacional, em 18 de dezembro de 1994, com um empate em 1 gol, o Palmeiras conquistou o título daquele ano. (A primeira partida aconteceu em 15 de dezembro e foi vencida pelo Palmeiras por 3×1.);

17. O primeiro clássico disputado por uma competição sul-americana aconteceu em 27 de fevereiro de 1999, pela Taça Libertadores da América, e foi vencida pelo Palmeiras por 1×0;

18. Pelas quartas de finais da Taça Libertadores da América de 1999, em 5 e 12 de maio de 1999, após uma vitória palmeirense por 2×0 na primeira partida e uma corintiana por 2×0 na segunda, Marcos, goleiro do Palmeiras, se consagrou ao defender o pênalti batido por Vampeta (Dinei bateu sua cobrança na trave). O resultado na disputa por pênaltis por 4×2 para o Palmeiras;

19. Em 20 de junho de 1999, o Corinthians conquistou o título paulista ao empatar com o Palmeiras por 2×2 ( Na primeira partida o Corinthians havia goleado por 3×0). No final da partida o jogador Edílson começou a fazer embaixadas, com a intenção de provocar os jogadores do Palmeiras, o que provocou uma confusão generalizada em campo;

20. Pelas semifinais da Taça Libertadores da América de 2000, em 30 de maio e 6 de junho de 2000, após uma vitória corintiana por 4×3 na primeira partida e uma palmeirense por 3×2 na segunda (após estar perdendo por 2×1 até os 13 minutos do segundo tempo), Marcos, goleiro do Palmeiras, novamente, se consagrou ao defender o pênalti batido por Marcelinho Carioca. O resultado na disputa por pênaltis por 5×4 para o Palmeiras.

Nota: José Renato Sátiro Santiago Junior

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Para ver antes de morrer - Parte V

E chegamos ao ultimo filme dos melhores para se tirar uma lição de vida, esse com certeza é o melhor de todos, espero que gostem!!!



Jean-Dominique Bauby

Nascido em abril de 1952, foi um conhecido jornalista e escritor francês, editor-chefe da revista de moda Elle, durante mitos anos. Aos 43 anos, Bauby sofreu um grave acidente vascular cerebral (AVC) e entrou em coma, acordando 20 dias depois no hospital marítimo de Berck-sur-Mer, descobrindo assim que perdera a capacidade de se movimentar e falar podia apenas, piscar os olhos.
Essa doença é conhecida como síndrome de lock-in: os movimentos do corpo inteiro são paralisados, mas a mente se mantém intacta.
Escreveu um livro em seu leito de hospital, e morreu dez dias após a sua publicação, em conseqüência de uma pneumonia. Bauby foi embora deixando a mulher, a amante e três filhos.




O Escafandro e a Borboleta


Um filme francês que nos mostra como é difícil ser puxado para o fundo do mar, ao invés de se tornar livre como uma borboleta.
O corpo de Jean-Dominique Bauby (redator chefe da revista “ELLE”) está imóvel, mas seu olho esquerdo, sua audição, sua imaginação e suas memórias estão em total funcionamento. Apenas isso já mostra que “O Escafandro e a Borboleta” é um filme triste, mas nem por isso é um filme de desesperança.
Jean-Dominique sofreu AVC (acidente vascular cerebral), no momento quem estava com ele era seu filho mais velho, e quem o levou para o hospital foi a sua amante, em oito de dezembro de 2005 e mergulhou em um coma profundo. Quando saiu do coma, foi atingido pela rara “síndrome de lock-in”, uma síndrome que não permite que a pessoa afetada se mexa, coma, fale ou respire sem a ajuda de aparelhos. A única parte do seu corpo que se movimentava, era o seu olho esquerdo.
A impressionante história real foi escrita no leito do hospital que ele estava internado, com a ajuda de uma fonoaudióloga, que montou um novo abecedário, em que as letras mais usadas na França viriam na frente, e a tradutora que recitava esse alfabeto e Jean-Dominique piscava para a letra que ele gostaria de usar.
O livro é uma narrativa dos momentos em que se recuperava no hospital, misturada com as lembranças do passado da sua vida.
Em alguns momentos, principalmente no começo, nos sentimos preso e sufocado, junto com ele em seu escafandro, mas em outros, conseguimos voar feito borboletas em suas lembranças.
Esse filme mostra a capacidade da mente humana, que mesmo em um corpo inerte, consegue pulsar e dar lições de vida. A nossa pequenez frente ao acaso nos faz refletir de que modo estamos caminhando, as vezes estamos livres para fazer o que quiser, mas nos prendemos pelo medo. Em outras, queremos voar, mas nem sequer damos um salto.
Jean-Dominique procurava uma chave para abrir seu escafandro, e existem pessoas que querem se trancar... por quê?O roteirista Ronald Harwood (o mesmo de “O Pianista”) levou o prêmio Befta pela adaptação do livro para o filme. No total foram mais de 10 prêmios internacionais, mas vamos combinar, merece todos


Ficha Técnica





Título Original: Le Scaphandre et le Papillon
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento (França / EUA): 2007
Estúdio: Pathé Renn Productions / France 3 Cinéma / Canal+ / Région Nord-Pas-de-Calais / The Kennedy/Marshall Company / C.R.R.A.V. Nord Pas de Calais / Ciné Cinémas / Banque Populaire Images 7
Distribuição: Miramax Films / Europa Filmes
Direção: Julian Schnabel
Roteiro: Ronald Harwood, baseado em livro de Jean-Dominique Bauby
Produção: Kathleen Kennedy e Jon Kilik
Música: Paul Cantelon
Fotografia: Janusz Kaminski
Desenho de Produção: Michel Eric e Laurent Ott
Figurino: Olivier Bériot
Edição: Juliette Welfling



Para ver antes de morrer - Parte IV

Grant Nieporte

“Sete Vidas” é o primeiro grande filme escrito por ele. Essa idéia surgiu após uma conversa com uma pessoa a quem ele chamava “a pessoa mais triste que eu já conheci na minha vida”, e esse homem era triste exatamente porque matou sete pessoas em um acidente, que foi considerado pelos Estados Unidos “tragédia nacional”.
Além de “Sete Vidas”, Grant foi assistente do filme Jack & Jill (199-2000), e foi o escritor da série televisiva “Sabrina, a aprendiz de feiticeira”.



Sete Vidas

Eu particularmente adoro filmes que começam pelo fim, porque deixam aquele toque de curiosidade para saber o motivo de que ele está fazendo isso ou aquilo, e é exatamente assim que ficamos ao assistir “Sete Vidas”.
Com certeza muitas pessoas já assistiram ao filme “Sete Vidas”, até porque ele é interpretado por um dos melhores atores de Hollywood, em minha opinião, que é Will Smith. E parece que ele gosta de interpretar personagens que fazem a gente parar para refletir, depois de “Em busca da Felicidade” e “Eu sou a Lenda”, ele da vida a Bem Thomas, um ex-auditor da receita federal, amargurado por um passado misterioso e que ajuda as pessoas a sua volta, sem dar explicação, o que o levou a um estranho pacto com seu melhor amigo e com a água viva, que aliás, merece uma atenção especial, pois não é uma mera decoração de seu quarto.
Esse clima de mistério ronda grande parte do filme, e serve para prender o espectador à trama, o diretor tomou o cuidado para desvendar uma ou outra peça do quebra cabeça no decorrer das cenas, deixando a curiosidade do que irá acontecer no final.
Algumas pessoas também vão associá-lo ao lendário “A Corrente do Bem”, em que o menininho tenta ajudar três pessoas que ele não conhece, apenas para tentar melhorar o mundo, mas a finalidade de “Sete Vidas” é muito diferente: tem o intuito de salvar vidas, na maioria dos casos. Sem dúvidas, esse é um daqueles filmes que fazem a gente parar para pensar depois que a sessão acaba. No cinema a gente espera que o filme acabe logo, para sabermos onde tudo aquilo vai levar e mal percebemos que as paisagens do filme são comuns, e as atitudes das pessoas são semelhantes as nossas diárias. A reflexão chega só depois, quando o cérebro humano consegue processar os sentimentos e ações não passiveis de cálculo prévio.

Ficha Técnica

Título Original: Seven Pounds
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 118 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2008
Estúdio: Columbia Pictures / Relativity Media / Escape Artists / Overbrook Entertainment
Distribuição: Columbia Pictures
Direção: Gabriele Muccino
R
oteiro: Grant Nieporte
Produção: Todd Black, Jason Blumenthal, James Lassiter, Will Smith e Steve Tisch
Música: Angelo Milli
Fotografia: Philippe Le Sourd
Desenho de Produção: J. Michael Riva
Direção de Arte: David F. Klassen
Figurino: Sharen Davis
Edição: Hughes Winborne
Efeitos Especiais: CafeFX


quinta-feira, 9 de julho de 2009

Para ver antes de morrer - Parte III

Andrew Davis


Nascido em novembro de 1947 em South Site, Chicago, é um produtor e cineasta americano e ultimamente tem dirigido a maioria de seus filmes neste cenário.
Andrew é filho do ator Nathan Davis, estudou jornalismo na universidade de Illinois, antes de entrar como professor na força aérea começou sua carreira na década de 70 e seu primeiro longa como diretor foi a biografia de Stony Island e desde então vem dirigindo filmes como “O fugitivo” e “O chamado”.


Anjos da vida - Mais bravos que o Mar


Talvez algumas pessoas se enganem pelo nome do filme, que é baseado em uma lenda de que existe um "anjo" no fundo do mar, resignado a salvar vidas. E esse é mais um daqueles filmes que procuram explorar profissões heróicas pouco valorizadas.
Ben Randall (interpretado por nada menos que Kevin Costner) é o melhor mergulhador de resgate de todos os tempos, da equipe de salvamento da guarda costeira e que também possui os melhores recordes de velocidade e tempo, e só há uma coisa com que ele se importa: a segurança das vítimas da fúria do mar.
Porém, um acidente, causado pela tempestade, em um dos resgates causa grandes sequelas à sua vida sentimental e por isso ele é desviado para a função de instrutor na “escola” da guarda costeira.
Ele "revoluciona" o ensino dos novos recrutas fazendo-os treinar de acordo com o que acontece em alto mar, e logo no primeiro dia se depara com Jake Fisher (interpretado por Ashton Kutcher, o mesmo de "Efeito Borboleta"), que além de revelar-se, com o decorrer do filme, um grande mergulhador, ainda o desafia, quebrando todos os seus recordes e assim suas personalidades conflitantes guia grande parte do filme.
Algumas pessoas podem imaginar como uma profissão como essas pode ser tão importante até mesmo entender o patriotismo escondido nas entrelinhas do filme, mas outras com certeza vão encontrar atrativos para entenderem melhor a linha de pensamento e a cultura norte-americana.
Enfim, tudo isso de patriotismo é pouco importante, porque “Anjos da Vida” é um filme que foge do que estamos acostumados a ver: a tentativa de focar em uma profissão pouco explorada pelas câmeras de Hollywood é muito bem sucedida, e a lição que esse filme passa, vocês irão entender o por quê se algum dia decidirem vê-lo, é maravilhosa e emocionante. Confesso que no começo não tive a mínima vontade de assisti-lo, mas hoje tenho certeza que todos irão gostar, é uma pena que não tenha ganhado nenhum Oscar.


Ficha Técnica

Título Original: The Guardian
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 136 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2006
Estúdio: Touchstone Pictures / Beacon Pictures / Firm Films / A School Productions / Contrafilm
Distribuição: Buena Vista International / The Walt Disney Company
Direção: Andrew Davis
Roteiro: Ron L. Brinkerhoff
Produção: Beau Flynn e Tripp Vinson
Música: Trevor Rabin
Fotografia: Stephen St. John
Desenho de Produção: Maher Ahmad
Direção de Arte: Andrew Max Cahn e Austin Gorg
Figurino: Mark Peterson
Edição: Thomas J. Nordberg e Dennis Virkler
Efeitos Especiais: Digital Dream / Pixel Magic / Furious FX / Flash Film Works


terça-feira, 7 de julho de 2009

Para ver antes de morrer - Parte II

Danny DeVito

Descendente de italiano, Daniel Michael DeVito Jr. Nasceu em Nova Jersey, estados Unidos em novembro de 1944, é um ator norte americano que ficou conhecido com o personagem pingüim do filme Batman – o retorno, e depois dedicou-se a direção de filmes.
Pessoalmente, Danny Devito lançou sua própria bebida à base de limão, Limoncello. Depois desse ocorrido, as vendas do licor italiano dispararam em todo o mundo. Certamente isso animou o ator a investir em sua própria marca.
Atualmente, Danny DeVito planeja abrir uma cantina italiana com o amigo David Minero, em Miami Beach, Flórida.


Escritores da Liberdade

Também é um clichê das histórias Americanas e também se passa nos cenários de high school. Ao assistirmos esse filme que trata a vida de adolescentes turbulentos, envolvido com gangues e freqüentadores de reformatórios, logo nos lembramos de “Ao Mestre com Carinho” ou para quem gosta de filmes de dança “Vem Dançar”, apenas com a diferença de que o professor é uma mulher.
“Escritores da Liberdade” é um filme classificado como gênero de drama, baseado em fatos reais e se passa nos anos de 1992, em que a cidade de Los Angeles vive uma verdadeira guerra nos seus bairros mais pobres, causados por gangues que são movidas pelas tensões raciais.
Cansada de sua rotina diária e desiludida em relação à vida profissional, Erin Gruwell (interpretada por Hillary Swank, a mesma de “A menina de Ouro” ou “Ps: Eu te Amo”), muda radicalmente de profissão, dedicando-se a educação. Assume cheia de expectativas a sala de aula de inglês e literatura, da turma básica, em uma escola modelo que é obrigada a aceitar alunos de reformatórios, enviados pelo governo. Mas seu modelo educacional não correspondeu aos alunos, as brigas e as insatisfações são constantes e ela é ignorada a ponto de ficar sozinha em sala de aula.
A direção da escola também ignora as dificuldades de dar aula a essa turma, e então Erin decide mudar seus métodos, com propostas de trabalhos que se identifica com esses alunos, através da música e de jogos. De início os alunos a ofendem dizendo que nada que ela faça mudará a história de vida deles, e ela retruca perguntando se vale a pena participar de gangues, e se serão lembrados pelas atitudes. Nesse momento, cada um tem a oportunidade de contar a sua história, seus medos, suas angustias, suas mágoas e o por que da violência.
Participando de forma ativa ao mundo deles, a professora conquista a confiança dos alunos, e desse modo passa a etapa de superação das dificuldades, através da metodologia de escritas em diários e projetos de leitura como “O diário de Anne Frank”.
E assim, eles reúnem seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, depois de muitas dificuldades.“Escritores da Liberdade” merece ser visto com apreço, sobretudo pela ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias.

Ficha Técnica

Título Original: Freedom Writers
País de Origem: Alemanha / EUA
Gênero: Drama
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estúdio/Distrib.: UIP
Direção: Richard LaGravenese
Produção: Danny DeVitto, Michael Shamberg e Stacey Sher

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Para ver antes de morrer - Parte I

Eu sou amante do cinema, e tenho certeza que a maioria das pessoas também são, e é por isso que eu estou colocando aqui, cinco filmes que na minha opinião todo mundo deveria assistir antes de morrer. Alguns filmes com certeza muitos de vocês já assistiram, outros passaram pela sua cabeça para poderem alugar... e outros acho que nunca ouviram falar, mas tenho certeza que se pararem para ver, essas emocionantes histórias vão tocar de alguma maneiro o consciente de vocês. Todos esses filmes têm uma coisa em comum: todos passam uma lição de vida, sendo cada uma diferente da outra. Estão todos preparados para a “sessão pipoca”?


Nicholas Sparks

Nasceu e cresceu em Fair Oaks, na Califórnia, atualmente vive na Carolina do Norte com a sua família. Pelos seus excelentes resultados, em sua juventude foi premiado com uma bolsa de estudos da Universidade de Notre Dame. Em 1988 se formou em economia, seu sonho era tornar-se atleta de alta competição, mas teve que abdicar devido a um grave acidente. Começou sua carreira de escritor quando trabalhava como delegado de informação médica. A agente literária Theresa Park se propôs a vender os direitos autorais do seu primeiro romance: “O diário da Nossa Paixão”, mas atingiu a fama ao escrever o Best Seller : “Um amor para recordar”, que foi adaptado para o set de gravação da Warner Bros.


Um Amor para Recordar
"O Amor é como o vento: não posso vê-lo, mas posso senti-lo."

Uma típica história America em que há o garoto popular e malvado e a garota boazinha. Esse seria mais um roteiro chato para mais uma história repetitiva de filmes com adolescentes, mas “Um Amor para Recordar” trás um toque de magia que acaba prendendo e encantando aqueles que o assistem.
Tudo é muito familiar: o maniqueísmo; o mocinho; a mocinha e um obstáculo que os impedia de ficarem juntos - e o enredo se desenrolando no cenário típico de high school - inclusive algumas locações usadas foram emprestadas do seriado adolescente "Dawsons Creek". Ainda que siga uma fórmula, "Um Amor para Recordar" consegue ser um filme que emociona.
Mal recebido pelos críticos (a revista de entretenimento Entertainment Weekly entitulou-o como A Walk to Forget - Um amor para esquecer), foi aplaudido pelo público, Arrecadando US$ 47 milhões de dólares só nos estados Unidos, esse filme teve a menor arrecadação baseada em um livro de Sparks.
No livro, a história se passa na década de 50, mas na adaptação para o filme, tanto Sparks quanto a roteirista concordaram em atualizá-lo para a década de 90.
London Carter (Shane West, ficou mais conhecido com o Dr. Ray Barnett da série médica ER) é um jovem rapaz aventureiro sem muitos objetivos nem pretensões na vida, até que um dia, uma de suas brincadeiras de mal gosto dá errada e deixa um colega paraplégico, terminando por prestar serviços comunitários e ser forçado a participar do clube de teatro como punição. É lá que ele conhece a inocente Jamie Sullivan ( Mandy Moore, cantora de pop e folk, compositora e atriz), para ele uma estranha, apesar de estudarem juntos desde o jardim de infância.
Com toda inocência, Jamie tenta ajudar o garoto nas aulas para as crianças carentes, limpando as salas de aula, mas ele a renega e só procura sua ajuda quando está precisando de ajuda para passar o texto do seu personagem no teatro e assim eles passam a conviver e se conhecem mais de perto.
A personalidade contagiante de Jamie e a conexão natural que Landon sente leva a olhar para seu interior e se dá conta de que há algo mais nesse relacionamento. A convivência com Jamie mudou a vida de Landon, ela o fez ver o mundo com mais intensidade, mostrando-o acima de tudo a importância da fé em deus e em tudo aquilo que antes ele considerava inútil, pôde perceber que o natural dá um sentido extraordinário a vida.
Mas muitas surpresas estão por vir, Jamie sofre de leucemia e está com os dias contados, sendo assim, não faz sentido continuarem com o relacionamento.
“Um Amor pra Recordar” é sem sombra de dúvidas um filme maravilhoso, pois contém uma história encantadora em que tem o poder de transformar as pessoas que o assistem. Ele mostra a importância do abstrato, de tudo que não se pode ver, mas que é necessário para se viver melhor.
Enfim, "Um Amor para Recordar" quer tanto ser voltado para jovens que acaba superando seus limites - agradando todas faixas etárias.

Ficha Técnica


Título Original: A Walk to Remember
Gênero: RomanceTempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Estúdio: DiNovi Pictures / Warner Bros. / Gaylord Films / Pandora
CinemaDistribuição: Warner Bros. / Europa Filmes
Direção: Adam Shankman
Roteiro: Karen Janszen, baseado em livro de Nicholas Sparks
Produção: Denise Di Novi e Hunt Lowry
Música: Mervyn Warren
Fotografia: Julio Macat
Desenho de Produção: Douglas Hall
Direção de Arte: Linwood Taylor
Figurino: Douglas Hall
Edição: Emma E. Hickox
Efeitos Especiais: Custom Film Effects

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Adeus

Despedida

No domingo passado, (dia 21), eu estava lendo o Jornal de Jundiaí e teve uma matéria que por incrível que pareça, me chamou a atenção. Essa matéria era sobre o câncer, falava das pessoas famosas que sofriam desse mal e foram curadas e de outras que estavam ainda na fase de quimioterapia.



A pessoa que mais me chamou a atenção foi o Neguinho da Beija Flor. Todo mundo sabe que ele tem um câncer, que está em tratamento, se casou no meio da Sapucai. Até aí, tudo bem. Mas aí o depoimento que ele deu ao jornalista, foi o fim da picada: "A quimioterapia maltrata, mas o câncer não mata mais".



No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Cancer (INCA), o número de pessoas que contrairam a doença é de 466.730 Os tipos mais incidentes, foram os cânceres de próstata e de pulmão no sexo masculino e os cânceres de mama e de colo do útero no sexo feminino. Em 2009 a estimativa de novos casos é a mesma que em 2008.


Sinceramente, como o Neguinho da Beija Flor pôde dizer isso? Ele quase morreu por causa da doença e ele não está totalmente curado, porque infelizmente essa doença maldita não tem cura. Fiquei mais indignada ainda exatamente porque há dois dias (exatamente há uma semana) eu havia perdido um "primo" por causa dessa doença.



E não é só isso...minha tia avó morreu de câncer no figado, que infelizmente foi descoberto tarde e já tomava conta do seu corpo inteiro, não havia mais o que ser feito. Meu avô com seus oitenta e tantos anos morreu vítima de um câncer de próstata.



E em menos de um ano perdi mais duas pessoas muito queridas.



A primeira, um amigo do colégio. Crescemos juntos, estudamos juntos a vida inteira, e com apenas 19 anos, em uma aula da faculdade de Ed. Física, ele teve sintomas de infarte, rapidamente ele foi levado ao hospital, e aí o laudo médico: Câncer no coração. Dois anos depois o tumor já havia se espalhado pelo corpo, e atingindo o cérebro, não havia mais o que ser feito. Ele se foi...deixando muita saudade aos familiares e amigos.



E a segunda, o meu "primo". É inacreditável como essa doença não escolhe as pessoas. A gente pensa: tantos bandidos soltos por aí, e quem sofre com essa doença, infelizmente são as pessoas boas. Devido a dores nas costas que ele sentia, meu "tio" o levou ao hospital. Enfizema pulmonar, litros e litros de água foi tirado do seu pulmão. E as radiografias mostraram um pequeno tumor em sua caixa toráxica. Descobero com 12 dias após a contração da doença, o tratamento começou. Sessões e mais sessões de quimioterapia, uma vida que nem adulto, muito menos criança merece. E foi menos de um ano até que essa maldita doença se alastrasse pelo seu corpo. Infelizmente, meu pequeno "primo" se foi, e mais uma vez perdi um ente querido por causa do câncer. E como era de se esperar, ele se foi, deixando a saudade, a vontade de viver a vida, que ele tinha inteirinha pela frente. Ele foi um guerreiro, lutou até o ultimo minuto por sua vida...



...e eu ainda sou obrigada a ouvir que o mal do século é a depressão e principalmente que o câncer não mata.



Homenagem


Não só para o Diego, mas também para todas as pessoas queridas que morreram por causa dessa maldita doença.


Existem horas e lugares em que as pessoas tem que ser fortes, e não deixar transparecer que tudo está acabado.
Sem dúvida nenhuma vocês ficarão nos corações de todo mundo, de alguma maneira...e nós temos certeza que de algum lugar, vocês estão olhando por nós.








quarta-feira, 24 de junho de 2009

Contra a queda do Diploma


Jornalistas por Formação

"Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. Certamente o poder público não pode restringir dessa forma a liberdade profissional no âmbito da culinária, e disso ninguém tem dúvida, o que não afasta, porém, a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos à saúde e à vida dos consumidores”, foi o que disse o ‘sábio’ presidente da Corte, Gilmar Mendes.


Na ultima semana vários veículos de comunicação tem apresentado como principais reportagens a decisão da queda do diploma de Jornalismo. Com oito votos contra um o Supremo Federal Tribunal, baniu o nosso diploma e agora qualquer um pode ser jornalista e fazer reportagens, mesmo que essa pessoa não saiba o que é uma pauta, identificarfontes e até mesmo escrever um lead.


A primeira coisa que me veio a cabeça quando recebi a notícia foi: de repente, o meu sonho se tornou um pesadelo, agora meu diploma não vale mais nada, o que eu aprendi praticamente três anos na faculdade também não vale mais nada, e agora? O que eu vou fazer da minha vida? Desistir desse sonho e ir atrás de algo que o diploma valha a pena?


Foi aí que eu descobri que não me vejo fazendo outra coisa, simplesmente porque o jornalismo é a minha vida, ir atrás de informação e levá-la para as pessoas da maneira correta é o que eu sempre quis fazer, independente de um diploma válido ou não na minha mão.


Mas aí entram meus pais que ficam me perturbando pra abandonar o curso, ou tentar prestar uma faculdade federal, que provavelmente estará com menos concorrência esse ano... e aí eu penso nas minhas habilidades descobertas com o tempo: a natação, a diagramação...educação física Designer Gráfico...mas logo meus pensamentos voltam: o que será de mim sem o jornalismo?


Por muito tempo eu pensei que o curso de publicidade era obrigatório o diploma, até porque é um dos cursos mais concorridos do Brasil, mas o diploma também não é obrigatório para esse curso, e nesse caso também vemos pessoas importantes como o Roberto Justos que não tem o diploma de publicitário, mas construiu um império e hoje só contrata pessoas que fizeram o curso.


A mesma coisa vai acontecer com o Jornalismo. Agora todo mundo fala que o diploma não vale nada e que qualquer um pode ser jornalista, mas na hora de ir atrás de uma vaga de emprego, quem estará na frente, será quem fez o curso. Lógicamente que eu sou a favor e vou lutar pelo diploma por formação, e isso significa que eu não vou abandonar um sonho porque os meus pais estão impondo isso e a sociedade também.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Entrada Para Raros



Música, Alegria, teatro, acrobacia

Para chegar a gravação do segundo CD da Banda “O Teatro Mágico: Segundo Ato”, Fernando Anitelli, vocalista da banda, passou experiências que lhe ensinaram muito sobre a vida e principalmente sobra a carreira artística.
Logo cedo, se formou em Comunicação Social, que lhe garantiu não só o diploma, mas também a formação da sua extinta banda: Madalena 19. Com uma certa ingenuidade e com o intuito de ficar famoso, Anitelli assinou um contrato com uma produtora, que não só permitiria a gravação de um CD, mas que também daria todos os direitos autorais das músicas compostas por ele a essa gravadora, que por fim acabou rejeitando a banda por achar que as músicas eram brasileiras demais.
Em 2003, com a ideia de entrar para o cenário independente, Anitelli formou a trupe do “Teatro Mágico”, composta por doze músicos e três artistas circenses, a banda mistura elementos da música, com números de circo, transformando assim, o palco em um picadeiro.
Entrou em estúdio para gravar o seu primeiro CD: “O Teatro Mágico: Entrada Para Raros”, fazendo referência ao Best Sellers do escritor alemão Hermano Hesse “O Lobo da Estepe”, e assim montou um espetáculo juntando tudo numa coisa só: malabaristas, atores, cantores, poetas, palhaços, bailarinas e tudo o que a imaginação pudesse criar.
Vestido de palhaço, Fernando Anitelli sobe ao palco com influências do circo, do teatro e da poesia. Suas melodias são feitas em um ritmo único, misturando maracatu, samba, hip-hop, música erudita e rock. Utilizando instrumentos como pick ups, violões, violinos, guitarras, baixo, percussão, flauta, gaita, bateria, piano e sons eletrônicos. Suas letras são a poesia do cotidiano urbano, retratando a sociedade brasileira: uma sociedade desigual e desumana, com moradores de rua, mecanização do trabalho, alienação as emissoras de televisão e retratando também os sentimentos humanistas.
Suas músicas trazem grande surpresas para seus fãs, para os que são muito atentos, descobrem mensagens ocultas em suas músicas, como em “O Anjo mais Velho”, composta para seu irmão mais velho Gustavo, que morou durante seis anos nos Estados Unidos. Essa música traz à tona o sentimento de saudade por uma pessoa que já se foi, ou mora longe.
“(...) Metade de mim agora é assim: de um lado a poesia, o verbo a saudade. Do outro a luta, que nos trouxe coragem para chegar ao fim (...)”, ou seja, uma parte são lembranças, e a outra é a vontade de continuar a batalha.
“(...) Só enquanto eu respirar vou me lembrar de você, só enquanto eu respirar (...)”, não importa quando, onde ou o por quê, o que importa é que enquanto o coração bater a saudade vai estar junto.
E de traz para a frente a mensagem oculta: “(...) O novo, o credo, a fé que você deposita em você (...)”, o que não precisa de explicação: um dia vão se encontrar novamente.
Traçando um paralelo entre o real e o imaginário, as pessoas descobrem a delícia de se permitir um pouco mais de si mesmos, e a trupe do Teatro Mágico, comandada por Fernando Anitelli, escreve seu nome na história da música popular brasileira, com o sucesso independente de gravadoras ou mídia de massa.
Considerados pelo jornal “Folha de São Paulo” como o melhor show da atualidade no Brasil, a companhia musical e circense recebe elogios como: “Longe da crítica e perto do público”.
Hoje suas músicas são distribuídas gratuitamente pela internet, e seus DVDS são vendidos a preços populares, deixando a mensagem: “Ser o que se é, afinal, todos somos raros e temos que ter consciência disso.”



E como entrevistá-lo é para raros, confira:



Poliana: Muitas pessoas vêm vestidas e maquiadas como vocês. Qual é a sua opinião sobre isso?
Fernando Anitelli: É uma homenagem bonita pra caramba, fico muito feliz, porque é um projeto que tem a característica de ser realizado de maneira colaborativa, com um publico que visita nossos sites, sai nas fotos, na nossa apresentação, então, quando esse pessoal vem transfigurado, trazendo seu personagem de casa, a gente gosta muito da homenagem.
Eu acho importante a participação. O que não é legal é ficar nessa coisa rasa, efêmera do personagem. O importante é ficar atento nas letras, nas críticas, porque é isso que o teatro mágico quer trazer. Para nós é um carinho muito grande.
P: O que tem de diferente no CD “O Segundo Ato”? O que o Publico pode esperar do espetáculo?
F. A: O pessoa agora vai receber uma parcela maior do segundo ato, já estivos aqui outras vezes com esse espetáculo, mas cantamos bem mais “Entrada para Raros”. Agora, a gente vai trazer as novidades nos shows aéreos, as músicas novas, os textos novos. O publico pode esperar a surpresa que virá. A gente sabe o começo e o fim, o que vai acontecer no meio é o publico que vai dizer (risos).
P: Em todos os shows vocês passam uma mensagem. Nesse show, além das mensagens de costume, vocês têm um recado especial para passar?
F. A: Hoje na verdade a gente vai defender a diversidade sexual. Existe uma grande mobilização na Paulista (av. Paulista, em São Paulo), em questão do orgulho da parada gay. E o que a gente acha interessante é que o “teatro Mágico” tem essa comunicação com o jovem, com a criança, com a família. Então, para todos nós é muito importante humanizar o ser humano, em questão de respeito e do preconceito. Acho que tudo isso está inserido no nosso projeto.
P: Qual é o principal meio de divulgação de vocês, já que vocês não aparecem nas mídias de massa?
F. A: O Boca a boca sem dúvida! A gente vai completar seis anos, e nesses seis anos a gente sempre utilizou da internet como ferramenta para divulgar nosso material. No nosso site tem foto, música para baixar de graça. Hoje as gravadoras, as mídias começaram a falar sobre o novo momento da música, para implantação do AI 5 da internet, impedindo esses dawloads. Então, essa é a maneira de se relacionar com a gente. De maneira clara, explicita, de poder entrar em um site de relacionamento e ali poder falar com a gente, direto, de poder perguntar e a gente responder. Essa relação próxima tira o artista de cima do palco e vai a onde o publico está, e acaba com esse negócio de que o artista é intocável, acaba o show e ele vai embora para o planeta dos artistas. Isso não existe! Essa relação simples, colaborativa, muita gente divulga nossas frases no MSN, sai com as nossas camisetas e isso ajuda a gente a divulgar o nosso trabalho. A gente percebe que o “Teatro Mágico” não é uma coisa que está sendo empurrada guela abaixo através de rádio. A gente corre paralelo a esse circuito musical.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Força de um Gigante

Pra quem gosta de Literatura, vale a pena conferir "O velho e o mar" de Ernest Hemingway foi uma das obras mais conceituadas do autor, ganhando o prêmio Plizer, além de ter sido a justificativa para o prêmio Nobel de Literatura em 1954.

Ernest Hemingway


Nascido em 1899, na cidade de Illinois (Estados Unidos), Ernest Hemingway foi criado pelo pai médico da zona rural, cresceu em um ambiente pobre e rude, descrito em um de seus livros de contos “In Our Time”.
Iniciou sua vida de escritor aos 18 anos, no jornal “Kansas City”. Após a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial em 1918, Hemingway tentou alistar-se para o exército americano, mas não foi aceito devido a um problema na visão. Decidido a ir à guerra, conseguiu uma vaga de enfermeiro de ambulância na Cruz Vermelha, gravemente ferido, foi hospitalizado em Milão, onde se recuperou e se apaixonou pela enfermeira Agnes Von Kurowsky, que se tornou sua inspiração para escrever o livro “Adeus as Armas” com a heroína inglesa Catherine Barkley.
Depois de voltar ao jornalismo em 1921, foi para Paris, iniciando seu convívio com outros escritores americanos e com o meio cultural mais efervescente da época. Sentindo falta do jornalismo e da vida de correspondente internacional, mudou-se para a Flórida, e na década de 30 decidiu sair para uma pescaria em alto mar com amigos, que terminou em Havana, capital Cubana, hospedou-se e um hotel no bairro de Habana Vieja bairro mais antigo da cidade que se tornou o lar do escritor, e os cenários que comporiam sua história e a da própria ilha pelos próximos 23 anos.
Em 1954 ganhou o prêmio Nobel de literatura e o livro “O velho e o Mar” foi explicitamente mencionado como uma justificativa para o prêmio, sendo considerado uma obra-prima para a prosa moderna.
Ernest Hemingway suicidou-se em 1961, e até hoje sua morte é um dos assuntos mais polêmicos nas discussões sobre sua vida e obra.






O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Editora: Bertrand Brasil
Valor: R$31,00
Edição: 55 - 2004
Idioma: Português
Número de páginas: 128

Obs: Em março de 2000m foi realizada uma adaptação para desenho animado, toda desenhada a mão pelo artista russo Alexander Petrov.



A Força de Um Gigante

A constante luta pela sobrevivência e a relação do homem com o mar são o apoio desta obra que foi a última de Ernest Hemingway publicada ainda em vida, em Cuba de 1952.
“Tudo o que nele existia era velho, com exceção dos olhos, que eram da cor do mar, alegres e indomáveis”, assim é descrito Santiago, um velho pescador, que antes era respeitado por todos os outros pescadores da aldeia, mas visto agora como sinônimo de azar e fracasso. Há 84 dias sem fisgar nenhum peixe, ele decide enfrentar uma busca desesperada mar a dentro, para pegar o maior peixe que cruzar o seu caminho. Assim, contando com a sorte, com um pingo de água e poucas iscas de sardinha, Santiago parte em direção ao golfo do México, alimentando-se de golfinhos e peixes voadores, que pescava durante a sua jornada, enfrentando o sol quente que lhe queimava a visão e a solidão do mar.
Fingindo conversar com alguém, enquanto na verdade clamava seus pensamentos, Santiago narra suas aventuras do passado, e deseja desesperadamente a presença de seu pequeno aprendiz e amigo Manolin, que foi obrigado pela família a deixar o velho e a se juntar a pescadores mais sortudos que ele.
Em toda narrativa, Ernest Hemingway mostra todos os seus conhecimentos ao descrever que para sobreviver em alto mar é preciso além da sorte, muita sabedoria sobre as mudanças climáticas e as correntes marinhas, a localização dos cardumes e o comportamento dos peixes, e mais do que isso, ele nos envolve com as dúvidas de Santiago, as suas angustias, nos faz sentir a mesma dor que ele, nos faz sentir o cheiro da água salgada e o gosto do peixe cru.
"E assim, quando já não podia mais ver o verde da costa e sim os cumes das colinas azuis, com o mar calmo em que a luz formava prismas na água", Santiago viu uma de suas varas dobrar-se violentamente. Ele sabia exatamente o que era: há uns 150 metros de profundidade, um espadarte estava comendo a sardinha que cobria a ponta do anzol, indo cada vez mais longe da costa. A luta durou três longos dias, com sol a pino castigando-lhe os olhos, a linha rasgando-lhes as mãos, até que apenas uma delas continuava em condições para que o velho Santiago vencesse o enorme peixe.
O autor buscava uma prosa calcada na linguagem jornalística, baseada em verbos e substantivos, e não nos adjetivos, que considerava excessos emotivos. Suas obras eram romances e nevolas aventurescas, em que o personagem principal quase sempre tinha uma batalha a enfrentar, as vezes superior a sua força.
"(...) O esqualo não veio por acaso. Viera das profundezas das aguás, quando a nuvem escura de sangue se espalhara pelo mar que tinha uma milha de profundidade. O tubarão subira depressa, sem o menor cuidado, e, quando veio a tona na água, brilhou inesperadamente ao sol. Em seguida tornara a mergulhar no mar e começara a nadar em perseguição da embarcação e do peixe (...)"
Santiago sabia que a volta para Havana não seria fácil, atraídos pelo sangue da conquista, é perseguido por tubarões de diferentes raças e tamanhos, e escapando de cada um deles com apenas dois remos, o leme e o pequeno martelo, chega a seu destino apenas para constatar o seu cansaço e a carcaça do enorme peixe.
Quebrado por dentro e depois de cuspir um líquido estranho, Santiago vai para o pobre casebre onde vive, derrotado deita em sua cama coberta de jornais velhos e descansa sob os cuidados do pequeno Manolin. Com o amanhecer, outros pescadores vêem o barco atracado, com o esqueleto do peixe amarrado em um dos lados e o comprimento do espadarte traz de volta ao velho a admiração de todos.
Enfim o livro “O velho e o Mar” conta a estória de um homem persistente e de inabalável confiança em si próprio, mesmo diante dos terríveis obstáculos que a vida lhe impõe. A obra nos envolve nas angustias e sonhos de um velho pescador, testa os limites da capacidade humana diante de uma natureza voraz, e acima de tudo nos mostra como devemos agarrar os nossos sonhos e nunca desistirmos dele.



Ao meu namorado e Melhor amigo

Várias pessoas me perguntam porque não atualizo meu blog, mas ninguem pediu mais do que meu namorado e melhor amigo, e é pra ele que vai a minha atualização.
Esse blog não é pra falar da minha vida, mas resolvi escrever esse artigo porque é o que eu estava sentindo no momento e virou um artigo que poderia ser publicado em uma dessas revistas teens como a Capricho ou a Gloss. Então aí Vai.


Reflexões para um grande Amor


As vezes eu paro para refletir: "Será que estou fazendo a coisa certa? Ser do jeito que eu sou, ter os amigos que eu tenho, fazer o curso que eu faço?". Entre tantas outras dúvidas, me pergunto principalmente: "Será que é certo namorar o meu melhor amigo?"

Algumas Respostas levam algum tempo pra gente descobrir, outras porém são simples e fáceis. Como namorar meu melhor amigo, por exemplo.

Quando a gente era só amigos, ficavamos horas no MSN, no e-mail, trocavamos depoimento por orkut todos os dias. Trabalhavamos juntos. Almoçavamos juntos...e hoje a única coisa que mudou, foi que não trabalhamos mais juntos.

Como ele era meu melhor amigo, mesmo ele tendo escondido que gostava de mim por vários meses, eu sentia que não era só amizade, e chega uma hora que é impossível continuar escondendo esse sentimento, e mesmo já sabendo e sentindo, a gente leva um grande susto quando a verdade vem a tona.

Querendo ou não, o meu sentimento com relação ao meu melhor amigo também começou a mudar, mas é uma situação complicada...Já pensou se eu estivesse confundindo os sentimentos? Ele seria mais um iludido na face da terra!

Acontece que passados dois anos, graças a Deus, ele nunca conseguiu me esquecer, e os meus amigos começaram a perceber que eu não queria mais só amizade, mas dois medos tomavam conta de mim. O primeiro era o relacionamento não dar certo, e mais do que isso: eu perder o meu melhor amigo. E o segundo e último, era perder a amizade da minha melhor amiga, que dizia gostar dele.

Quem deu destino a minha bifurcação foi minha ex-melhor amiga, que decidiu sair da jogada e deixar o caminho aberto para nós. Ela percebeu o que eu não enxergava, e uma coisa é certa: se ela não tivesse saído da parada, hoje jamais estariamos juntos. E sabe, foi a melhor coisa que aconteceu, porque descobri que não preciso de amigos como ela e como todos os outros que eu tinha naquela época. É claro que vou guardar com carinho nossos momentos, mas a mágoa das coisas ruins que aconteceram continuam.

E mais do que isso, descobri que é maravilhoso ter o melhor amigo como namorado, sabe por quê? Porque muitas pessoas acham que a amizade muda, e a vida muda, tratam desse assunto como algo impossível de acontecer, e fazem uma tempestade em copo d'agua, digo isso por experiêcia própria. Mas se esquecem de que na verdade ele já é seu amigo (lembre-se de que ele é seu melhor amigo), ele já vai saber que você ama canjica e seu sorvete preferido é de passas ao rum. ele já vai saber que você chora nos finais de filmes tristes e que você adora ganhar bolsas e livros de presente. Ele já sabe que você é uma baladeira de plantão e ama ficar bebada com jurupinga. Ele já sabe que você é palmeirense rocha e ama rosa...

...Ele já sabe que você ama carinho, ama receber elogios, ama confetes, e adora fazer doce, você não tem que ensinar nada, e tanto quanto você, ele quer que esse relacionamento dê certo.

Mas sabe o que é mais perfeito?

Depois que rola o primeiro beijo, nossa, você descobre que além de ser o seu melhor amigo (sim, porque a amizade continua a mesma coisa), ele ainda é o homem da sua vida, porque você vai ao delírio com aquela boca macia que se encaixa perfeitamente na sua, você sente aquela famosa falta de ar, a famosa borboleta na barriga e daí cai a sua ficha, e você se pergunta: "Por que eu demorei tanto pra deixar que isso acontecesse?".

E daí você descobre que não era medo de perder o seu melhor amigo, e sim a ansiedade de descobrir que ele é o amor da sua vida!

Então eu volto a questão do início: "será que é certo namorar o meu melhor amigo?".

E essa resposta eu já sei decor, salteado e de ponta cabeça: Mais do que certo é perfeito, e é por isso que eu te amo e te quero tanto!


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Um pouco de ciência

O cérebro humano ainda é para alguns cientistas uma caixinha de surpresas, muitas informações a serem descobertas e concluídas. Porém para curiosos, outros fatos já foram esclarecidos, como por exemplo as diferenças existentes entre os cérebros masculino e feminino.
Sabemos que o cérebro masculino é 3% mais volumoso e possui mais neurônios - células nervosas, que conduzem as informações de qualquer parte do corpo, até o cerébro humano - que o feminino, nem por isso vamos nos deixar levar pelas aparências: enquanto o homem tem raciocínio lógico, conseguem decifrar mapar sem ter que virá-los de ponta cabeça e conseguem estacionar o carro com a maior facilidade do mundo, as mulheres desenvolveram a capacidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, fácil comunicação com o próximo e saber quando uma pessoa está mentindo ou não.
Querendo ou não, essas atividades são desenvolvidas pelo cérebro, e para entendermos melhor, é necessário entender as dificuldades que homens e mulheres efrentavam desde a pré história. Como o homem tinha que caçar para a própria sobrevivência, ele desenvolveu no cérebro a visão focada em um único ponto, ele precisava saber com exatidão o local em que estava dentro da floresta, por isso homens possuem noção espacial mais aguçada do que nas mulheres. A mulher ficava em casa cuidando da cria e das pessoas mais idosas da tribo, por isso teve que desenvlver a visão ampliada, fazer comida e cuidar das crianças ao mesmo tempo, e ainda desenvolveram a audição, pois teriam que saber quando os idosos estavam sentindo dor.
Todos esses relatos influenciaram para o desnvolvimento do cérebro na maneira como ele está hoje, como todos os fatos foram baseados em pesquisas, pode haver algumas excessões. Deve existir em algum lugar no mundo uma mulher capaz de decifrar mapas sem ter que cirá-los de ponta cabeça e homens capazes de fazer comida e cuidar dos filhos ao mesmo tempo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Uma luz no fim do túnel

Uma pesquisa realiza nos Estados Unidos, divulgou no mundo inteiro no dia 27 de abril de 2008 que desativando uma proteína humana chamada ITK poderá abrir novos caminhos para o combate do retrovírus da AIDS neutralizando a resistência do patógeno aos antirretrovirais.
Essa proteína ativa nos linfócitos T, células imunológicas importantes no organismo.
Estudos publicados no Anais da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS). A maioria dos tratamentos contra a Aids têm como alvo as proteínas do próprio vírus responsável pela infecção. Mas à medida que o HIV realiza várias mutações, estas proteínas mudam rapidamente e geram resistência do vírus aos tratamentos. Estes cientistas descobriram que atuando sobre a proteína ITK (interleukine-2-inducible T cell kinase) podiam bloquear a infecção das células imunológicas humanas pelo HIV. A proteína ITK ativa os linfócitos T no mecanismo normal de resposta imunológica do organismo humano. Contrariamente às proteínas do vírus HIV, a proteína ITK registra poucas mutações.
Tentar contra-atacar o vírus HIV, que muda muito rapidamente, prescrevendo combinações de medicamentos e mudando de tratamentos pode aumentar o risco de efeitos secundários tóxicos e nem sempre há sucesso, quando o HIV entra no organismo, infecta as células linfocitárias T e toma o controle do mecanismo de defesa, o que permite ao vírus produzir cópias de si mesmo.
A infecção acaba comprometendo o conjunto do sistema imunológico provocando a Aids, a síndrome da imunodeficiência adquirida. Estes trabalhos mostram que se a proteína ITK não estiver ativa, o vírus da Aids não pode usar eficazmente as células linfocitárias T para se reproduzir, o que as deixa mais lentas ou até bloqueia sua propagação.
AIDS se caracteriza por astenia, perda de peso acentuadas e por uma drástica diminuição no número de linfócitos T auxiliadores (CD4), justamente as células que ativam os outros linfócitos que formam o exército de defesa do corpo. O organismo da pessoa que possui o vírus HIV torna-se incapaz de produzir anticorpos em resposta aos antígenos mais comuns que nele penetram.Com a imunidade debilitada pelo HIV, o organismo torna-se susceptível a diversos microorganismos oportunistas ou a certos tipos raros de câncer

De 1980 a junho de 2007 foram notificados 474.273 casos de aids no País – 289.074 no Sudeste, 89.250 no Sul, 53.089 no Nordeste, 26.757 no Centro Oeste e 16.103 no Norte. No Brasil e nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, a incidência de aids tende à estabilização. No Norte e Nordeste, a tendência é de crescimento. Segundo critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil tem uma epidemia concentrada, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos.
O Boletim Epidemiológico 2007 trouxe, pela primeira vez, dados sobre a proporção de pessoas que continuaram vivendo com aids em até cinco anos após o diagnóstico. O estudo foi feito com base no número de pessoas identificadas com a doença em 2000. Os dados apontam que, cinco anos depois de diagnosticadas, 90% das pessoas com aids no Sudeste estavam vivas. Nas outras regiões, os percentuais foram de 78%, no Norte; 80%, no Centro Oeste; 81%, no Nordeste; e 82%, no Sul.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Um pouco de Cultura!

A Semana de Arte Moderna foi um evento ocorrido em São Paulo no ano de 1922 no período entre 11 e 18 de fevereiro no Teatro Municipal da cidade. Durante os sete dias ocorreu uma exposição modernista no Teatro e nas noites dos dias 13, 15 e 17 de fevereiro e ocorreram apresentações de poesia, música e palestras sobre a modernidade.
Representou uma verdadeira renovação da linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora e na ruptura com o passado. O evento marcou época ao apresentar novas idéias e conceitos artísticos. A nova
poesia através da declamação. A nova música por meio de concertos. A nova arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura. O adjetivo "novo", marcando todas estas manifestações, propunha algo a ser recebido com curiosidade ou interesse.
Vale ressaltar que a Semana em si não teve grande importância em sua época, foi com o tempo que ganhou valor histórico ao projetar-se ideologicamente ao longo do século. Devido à falta de um ideal comum a todos os seus participantes, ela desdobrou-se em diversos movimentos diferentes, todos eles declarando levar adiante a sua herança.
A Semana de Arte Moderna ocorreu em uma época cheia de turbulências políticas, sociais, econômicas e culturais. As novas
vanguardas estéticas surgiam e o mundo se espantava com as novas linguagens desprovidas de regras. Alvo de críticas e em parte ignorada, a Semana não foi bem entendida em sua época. A Semana de Arte Moderna se encaixa no contexto da República Velha, controlada pelas oligarquias cafeeiras e pela política do café-com-leite. O capitalismo crescia no Brasil, consolidando a República e a elite paulista, esta totalmente influenciada pelos padrões estéticos europeus mais tradicionalistas.
As vanguardas européias vieram por causa da necessidade de abandono dos antigos ideiais estéticos do
século XIX .
O principal foco de descontentamento com a ordem estética estabelecida se dava no campo da
literatura (e da poesia, em especial). Exemplares do Futurismo italiano chegavam ao país e começavam a influenciar alguns escritores, como Oswald de Andrade e Guilherme de Almeida.
A pintora Anita Malfatti voltava da Europa trazendo a experiência das novas vanguardas, e em
1917 realiza a que foi chamada de primeira exposição modernista brasileira, com influências do cubismo, expressionismo e futurismo. A exposição causa escândalo e é alvo de duras críticas de Monteiro Lobato, o que foi o estopim para que a Semana de Arte Moderna acontecesse.
A Semana, de uma certa maneira, nada mais foi do que uma ebulição de novas idéias totalmente libertadas, nacionalista em busca de uma identidade própria e de uma maneira mais livre de expressão. Não se tinha, porém, um programa definido: sentia-se muito mais um desejo de experimentar diferentes caminhos do que de definir um único ideal moderno.

  • 13 de fevereiro (Segunda-feira) - Casa cheia, abertura oficial do evento. Espalhadas pelo saguão do Teatro Municipal de São Paulo, várias pinturas e esculturas provocam reações de espanto e repúdio por parte do público. O espetáculo tem início com a confusa conferência de Graça Aranha, intitulada "A emoção estética da Arte Moderna". Tudo transcorreu em certa calma neste dia.
  • 15 de fevereiro (Quarta-feira) - Guiomar Novaes era para ser a grande atração da noite. Contra a vontade dos demais artistas modernistas, aproveitou um intervalo do espetáculo para tocar alguns clássicos consagrados, iniciativa aplaudida pelo público. Mas a "atração" dessa noite foi a palestra de Menotti del Picchia sobre a arte estética. Menotti apresenta os novos escritores dos novos tempos e surgem vaias e barulhos diversos (miados, latidos, grunhidos, relinchos...) que se alternam e confundem com aplausos. Quando Ronald de Carvalho lê o poema entitulado Os Sapos de Manuel Bandeira, (poema criticando abertamente o parnasianismo e seus adeptos) o público faz coro atrapalhando a leitura do texto. A noite acaba em algazarra. Ronald teve de declamar o poema pois Bandeira estava impedido de fazê-lo por causa de uma crise tuberculose.
  • 17 de fevereiro (Sexta-feira) - O dia mais tranqüilo da semana, apresentações músicais de Villa-Lobos, com participação de vários músicos. O público em número reduzido, portava-se com mais respeito, até que Villa-Lobos entra de casaca, mas com um pé calçado com um sapato, e outro com chinelo; o público interpreta a atitude como futurista e desrespeitosa e vaia o artista impiedosamente. Mais tarde, o maestro explicaria que não se tratava de modismo e, sim, de um calo inflamado...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Um pouco sobre Notícia

O Brasil é um país com diferentes raças: negros, asiáticos e principalmente brancos, com a cultura voltada para a Europa, de onde acreditam provirem todo o progresso e civilização.
Todas essas identidades nacionais não aparecem na TV, para um negro virar protagonista de novela, levou tempo, muito tempo, impondo uma determinada noção de identidade nacional, impedindo o livre acesso a tela, para a formação de outras identidades.
Concentrada no Rio de Janeiro e em São Paulo, a televisão busca unir todos esses povos existentes no Brasil, principalmente a partir dos anos 70, em que foi possível passar imagens a longa distância. Tornou-se um formador de opinião, principalmente por causa das telenovelas e telejornais que busca no mundo branco, passar as informações políticas, econômicas e sociais para um país totalmente miscigenado.
A população volta seus olhares para São Paulo e Rio de Janeiro, que possuem grande capital para fazerem som e imagem de ultima geração, enquanto isso, as emissoras regionais penam para conquistarem um pequeno público. Mas nem sempre foi assim. A televisão nasceu local, tornando-se nacional após sua maior idade.
A primeira emissora de TV a surgir, foi a TV tupi, em 1950. Os telespectadores podiam captar a imagem e um raio de 100 quilômetros e torno do transmissor que gerava a imagem, assim cada emissora tinha programações diferentes do que ela é hoje. Em cada uma das cidades em que surgia uma emissora de TV, a programação era diferente. A telenovela que passava em São Paulo, não era a mesma que passava no Rio de Janeiro. O noticiário que passava em Curitiba não era o mesmo que passava em Recife e assim por diante.
Em 1960, chegou ao Brasil o videoteipe, um equipamento que mudaria para sempre o problema do regismo da imagem na TV. Ainda não havia a edição eletrônica de imagens e nem de utilizar o videoteipe como recurso expressivo da linguagem. O produto era caríssimo, mas chegou ao Brasil porque os principais eixos (São Paulo e Rio de Janeiro) tinham que ver a inauguração de Brasília.
A possibilidade de duplicação e por extensão de comércio dos programas de TV, levou a formação de grandes redes nacionais. Os programas de maiores sucessos de uma determinada região eram copiados e vendidos para outras emissoras regionais. São Paulo e Rio de Janeiro tinham a maior concentração de talentos artísticos, e a partir daí há um declínio na produção regional e a programação passa a ser nacional, apenas pelo fato de possibilitar a todo país o uso dos mesmos produtos culturais.
Em 1970, com a criação das microondas, foi possível fazer a transmissão de programas ao vivo e em tempo real. Em 1985, as microondas já tomavam conta de todo o quadrante brasileiro, sendo assim o número de provedores de programas reduziu-se a pequenas empresas: Tupi, Globo, Bandeirantes e Record.
A identidade nacional passou a ser medida pelo sotaque carioca e pela mentalidade paulista, usando o ponto de vista das duas metrópoles.
A idéia de reduzir custos e gerar lucros foi a responsável pela redução de emissoras regionais.
Nos anos 90, chega ao Brasil a TV por assinatura, que oferecem dezenas de canais e é aí que surge os canais de acesso público: comunitários, legislativos, universitários, educativos e culturais. Isso permite que os grupos mais variados façam televisão.
Não tem como deixar que o mercado televisivo se ordene sozinho, são necessários mecanismos legais de regulação, impondo percentuais obrigatórios de produção regional, e também de programas independentes.
Agora o objetivo é expandir as redes nacionais para o exterior do Brasil, e para isso a TV digital entra no século XXI com tudo.
A televisão digital usa um modo de modulação e compreensão digital para enviar vídeos, sons e sinais de dados aos aparelhos compatíveis, proporcionando transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência e de alta qualidade da imagem.
Emissoras e industrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos padrões tecnológicos existentes em relação a transmissão e recepção dos sinais.
A TV digital chegou ao Brasil no dia dois de dezembro de 2007, às 20horas e 48 minutos, com o pronunciamento do Presidente da Republica, inicialmente em São Paulo, mas com intenções de se expandir para o Grande Rio.

Uma Apologia Necessária


Richard Harwood é um escritor e especialista em aspectos políticos e diplomáticos da segunda guerra mundial. Em 1988 escreveu uma coluna no jornal "The washington Post" criticando a falta de leitura que vem da década de 70 até os dias de hoje.
A população tem aumentado torno de 34% enquanto a circulação de jornais aumentou menos de 1%. As pessoas com o poder aquisitivo e grau de escolaridade maior compram e lêem mais jornais e revistas às pessoas com poder aquisitivo e grau de escolaridade baixo. Porém na década de 50, 100% das unidades de moradia recebiam jornais em suas casas, em que muitas das pessoas não tinham o ensino superior completo. A queda na leitura de jornais ou revista não está clara, podendo ser responsável o nível das escolas públicas e até mesmo os meios de comunicação.
Antes do desaparecimento dos leitores os jornais buscaram medidas para a modificação do jornal e o interesse pela leitura. Uma dessas mudanças foi a diagramação modular, e o anexo de imagens para despertar o interesse no leitor e torná-la mais fácil de ser percorrida com o olhar.
Uma outra mudança foi a divisão do jornal em colunas, como por exemplo: coluna política, econômica, Social, Esportiva, entre outros, havia também colunas femininas que pautavam assuntos desde uma candidata a algum cargo político até receitas culinárias.
Na década de 70 teve inicio ao projeto leitura: problema do desaparecimento dos leitores de forma sistemática. Um Dos estudos que mais provocou mudanças foi realizado pelo Snaej (sociedade norte americana de editores de jornais). Esse estudo teve como base discussões dirigidas entre 12 grupos de cidades norte americanas, que defendia o melhor relacionamento entre jornalistas e leitores.
Cinco anos depois, de a industria jornalística ter adotado a noção de noticiário, Ruth Clark fez a reaparição com um estudo quantitativo realizado com uma metodologia científica, muito diferente do seu estudo anterior. A primeira Rutch Clarck, não se manifestava contra o noticiário de forma exclusiva, mas chamou a atenção para uma cobertura mais leve. Clarck disse ainda que os jornais estão aqui para ficar, não importa o que apareça na TV ou no computador.
O Primeiro jornal a adquirir as mudanças foi o "USA Today" que usava e a buscava de cores e imagens. Tinha como objetivo atrair o público jovem, criativo e inovador. Com a sua forma inovadora o jornal "USA Today" tornou-se o segundo maior jornal, perdendo apenas para "the wall street journal".
Mesmo com todas as mudanças a população, não só a norte americana, como a população do mundo inteiro, continuam sem ler o impresso, preferindo muitas vezes ouvir o noticiário ao caminho do trabalho através do rádio, ou então assisti-lo pela televisão ao chegar em casa após um longo dia de trabalho.
A ritmo de vida das pessoas estão cada vez mais rápidos e muitas acham que não tem tempo para ler os impressos, tornando mais fácil e rápido os outros meios de comunicação. Mas como disse Ruth Clarck, os impressos não desapareceram nem mesmo com a TV e a internet.